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OMS corre para frear o surto de Ebola

18/05/2018 | Fonte: https://www.reuters.com/article/us-health-ebola/congo-and-who-race-to-prevent-runaway-ebola-outbreak-idUSKCN1II1JW

Esta é a nona epidemia de ebola na República Democrática do Congo desde que a doença foi identificada na década de 1970, confome publicado no portal Reuters Health. Porém, esta é considerada a mais alarmante de todas devido ao risco da transmissão por transporte fluvial regular entre a região afetada e a capital Kinshasa, uma cidade de 10 milhões de habitantes. Até o momento já foram relatados 44 casos suspeitos, prováveis ou confirmados de Ebola, destes, 23 pessoas evoluiram a obito. O ocorrência mais preocupante é a de um caso confirmado em Mbandaka, uma cidade de cerca de 1 milhão de habitantes ligada a Kinshasa pelo rio Congo. Os especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmaram na reportagem que Mbandaka tornou-se a prioridade número um para evitar que o surto fique fora de controle, já que os outros casos estão espalhados em áreas remotas, onde a doença pode não viajar rapidamente. Uma vacina experimental está sendo implantada, com os profissionais de saúde sendo vacinados primeiramente, porém as vacinas precisam ser mantidas a uma temperatura inferior a 80 graus Celsius em uma região úmida e com altas temperaturas. Após o enorme surto de Ebola na África Ocidental, que matou pelo menos 11.300 pessoas na Guiné, Serra Leoa e Libéria entre 2014 e 2016, a OMS está agindo rapidamente neste surto do Congo, que foi relatado em 8 de maio, um dia depois de duas amostras terem apresentado resultado positivo. A entidade enxerga como o pior cenário, um possível surto em Kinshasa, uma cidade populosa onde milhões de pessoas vivem em moradias precárias e sem sistema de esgoto. Vários barcos de transporte público partem de Mbandaka todos os dias até a capital. Essas embarcações muitas vezes estão superlotadas e possuem instalações sanitárias pouco apropriadas. A OMS já emitiu um comunicado alertando que existe um risco regional “moderado”, já que a doença poderia ser transmitida ao longo do rio até a República Centro-Africana e a República do Congo, países vizinhos à República Democrática do Congo. Porém, afirmam que o risco global é baixo devido ao afastamento da área e à rápida resposta lançada pela entidade.

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Habilidades dos cirurgiões melhoram com a idade

18/05/2018 | Fonte: https://www.reuters.com/article/us-health-surgeons-age/surgeons-skills-improve-with-age-idUSKBN1I528G

Um recente estudo publicado no British Medical Journal revelou que as habilidades dos cirurgiões podem melhorar com o a idade. Segundo apurou uma reportagem do portal Reuter Health, o estudo concluiu que o risco de morte de pacientes no mês seguinte após a realização de uma cirurgia diminuiu constantemente com o aumento da idade do cirurgião. Adicionalmente, os autores constataram que os pacientes tratados por cirurgiãs em seus 50 anos tiveram a menor taxa de mortalidade em todos os grupos. Os autores explicaram na reportagem que pouco se sabe sobre como a idade e o sexo influenciam a qualidade do trabalho de um cirurgião. Especula-se que as habilidades poderiam melhorar ao longo do tempo, através da experiência, mas igualmente o cirurgião poderia perder a destreza com o envelhecimento ou ter dificuldade em acompanhar as mudanças tecnológicas. Na investigação, os pesquisadores analisaram a mortalidade em 30 dias após a cirurgia em beneficiários do Medicare (Sistema de Saúde dos EUA), que realizaram uma das 20 principais operações entre 2011 e 2014. As operações eram todas de emergência. Entre os cerca de 892.200 pacientes tratados por quase 46.000 cirurgiões, o risco total de morrer dentro de 30 dias após uma cirurgia foi de 6,4%. Após o ajuste para outros fatores de confusão, as taxas de mortalidade foram de 6,6% com cirurgiões abaixo dos 40 anos; 6,5% com cirurgiões entre 40 e 50 anos; 6,4% com cirurgiões entre 50 e 60 anos e 6,3% para aqueles com 60 anos ou mais. O risco de mortalidade foi de 6,3% em geral com cirurgiãs versus 6,5% com cirurgiões do sexo masculino, o que não foi uma diferença estatisticamente significativa. O estudo também sugere que o aumento do treinamento, educação e supervisão de cirurgiões jovens poderia ser uma abordagem para reduzir a mortalidade operatória neste grupo. Você pode ter acesso ao resumo deste estudo em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29695473

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A OMS quer eliminar as gorduras trans até 2023

17/05/2018 | Fonte: http://www.who.int/news-room/detail/14-05-2018-who-plan-to-eliminate-industrially-produced-trans-fatty-acids-from-global-food-supply

Uma nota da Organização Mundial da Saúde (OMS), revelou que a eliminação das gorduras trans é fundamental para proteger a saúde e salvar vidas. Estimativas da entidade revelam que, a cada ano, a ingestão de gordura trans é responsável por mais de 500.000 mortes por doenças cardiovasculares. As gorduras trans produzidas industrialmente estão contidas em produtos como a margarina, e estão frequentemente presentes em salgadinhos e alimentos industrializados assados e fritos. Os fabricantes costumam utiliza-las por terem uma validade mais longa do que as outras gorduras, mas a OMS afirma que existem alternativas mais saudáveis que podem subistitui-las, sem afetar o sabor ou o custo dos alimentos. A entidade criou um pacote de ações, chamado REPLACE, para acabar com as gorduras trans definitivamente. Este pacote consiste de ações estratégicas que devem ser adotadas pelos govermos para assegurar a eliminação rápida, completa e sustentada destas gorduras. Entre as medidas propostas se destacam a substituição das gorduras trans produzidas industrialmente por gorduras e óleos mais saudáveis; criação de legislações ou promulgação de ações regulatórias para eliminar as gorduras trans produzidas industrialmente; avaliação e monitoramento do teor de gorduras trans nos alimentos e mudanças no consumo de gordura trans pela população; criação de uma conscientização sobre o impacto negativo das gorduras trans na saúde. Vários países já eliminaram as gorduras trans produzidas industrialmente por meio de limites legalmente impostos sobre a quantidade permitida em alimentos embalados. Alguns governos optaram por implementar proibições da utilização de óleos parcialmente hidrogenados, a principal fonte de gorduras trans produzidas industrialmente. O primeiro país a impor restrições a essas gorduras foi a Dinamarca, levando a uma significativa diminuição das mortes por doenças cardiovasculares. A cidade de Nova York, que também proibiu as gorduras trans há 10 anos, teve uma redução no número de ataques cardíacos. A OMS está particularmente preocupada com os países de rendas baixa e média, onde os controles do uso de gorduras trans produzidas industrialmente são frequentemente menos duros, para garantir que os benefícios sejam sentidos igualmente em todo o mundo. A eliminação de gorduras trans produzidas industrialmente é considerada como uma das metas prioritárias do plano estratégico da OMS, e tem como objetivo eliminar as gorduras trans em todo o mundo até 2023.

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Dieta nórdica diminui risco de doenças cardíacas e diabetes

15/05/2018 | Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-44061922

A dieta nórdica, conforme publicado em uma reportagem do portal da BBC Brasil, está baseada no consumo de alimentos tradicionais dos países do norte europeu, como Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. Estes países, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), têm apenas 5% da população acima do peso Segundo uma revisão, realizada pela entidade, existem evidências suficientes de que a dieta nórdica ajuda a reduzir o risco de doenças como o câncer, diabetes e problemas cardiovasculares. Problemas frequentemente associados à obesidade. Os alimentos que fazem parte desta dieta, e que devem ser consumidos diariamente, são os vegetais (couve-flor, repolho e brócolis) e raízes (batatas, beterraba, cenoura e nabo), folhas verdes (couve, espinafre e acelga), legumes (lentilha e feijão), frutas em geral – especialmente as vermelhas (morango, mirtilo, amora e framboesa), cereais integrais (cevada, aveia e centeio), legumes, laticínios com baixo teor de gordura e peixes gordurosos de mar e lagos (salmão, cavala e arenque). O consumo de carne deve ser moderado e com produtos de melhor qualidade. Sempre que possível deve se dar preferência aos produtos orgânicos e evitar os aditivos. Em relação à já conhecida dieta mediterrânea, tem como maior diferença o uso do óleo de canola no lugar do azeite de oliva. Para a OMS, em termos gerais, a dieta consiste em aumentar o consumo de cereais integrais, frutas e vegetais, excluindo as gorduras saturadas. A reportagem explica que apesar desta dieta não ter sido estudada no mesmo nível da dieta mediterrânea, vários estudos a associaram com a diminuição dos fatores de risco de doenças cardiovasculares e diabetes.

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