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Crianças podem se beneficiar por dormir no berço até os 3 anos

29/11/2018 | Fonte: https://www.reuters.com/article/us-health-toddlers-sleep/toddlers-may-sleep-better-in-cribs-until-age-3-idUSKCN1NR26Q

As crianças, cujos pais aguardam até os 3 anos de idade para iniciar a transição do berço para a cama, podem dormir melhor. Essa foi a conclusão de uma recente pesquisa, publicada na revista científica Sleep Medicine, realizada com os pais e cuidadores de crianças em cinco países. No estudo, aqueles que atrasaram a transição do berço para a cama foram menos propensos a relatar resistência na hora de dormir, menos despertares noturnos e apresentaram uma duração do sono mais longa para as crianças. Os autores da pesquisa, ouvidos em uma reportagem do portal Reuters, explicaram que durante a última década várias pesquisas mostraram o quão importante é o sono saudável durante toda a vida, mas especialmente durante a infância. Em estudos anteriores, pesquisadores descobriram que as crianças que não têm um bom sono tendem a ter mais dificuldades com as tarefas, comportamentos autorreguladores e mais acessos de raiva. Para o estudo, os pesquisadores coletaram dados de 1.983 cuidadores com crianças de 18 a 36 meses que viviam na Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. Os dados foram enviados por cuidadores por meio de um aplicativo de smartphone. A equipe de pesquisa descobriu que as taxas de sono no berço diminuíram constantemente com a idade, com 63% das crianças dormindo em um berço entre os 18 e 24 meses, em comparação com 34% que ainda dormiam em um berço entre os 24 e 30 meses e 13% entre os 30 e 36 meses. Dormir no berço esteve associado a ir dormir mais cedo, adormecer mais cedo, acordar com menos frequência durante a noite, dormir por longos períodos durante a noite e resistir menos a hora de dormir. Em estudos futuros, os pesquisadores investigarão como os pais iniciam a transição do berço para a cama e o que os motiva. Em alguns casos, pais com outro bebê a caminho começam a mover a criança para a cama para que possam usar o berço novamente. Outros iniciam a transição porque a criança sai do berço ou parece fisicamente grande demais para ficar no berço atual. Tenha acesso ao estudo científico realizado: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1389945718305707 Caregiver-Perceived Sleep Outcomes in Toddlers Sleeping in Cribs versus Beds

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Cafeína presente no chá ou café pode ser igualmente arriscado para os fetos

28/11/2018 | Fonte: https://www.reuters.com/article/us-health-pregnancy-caffeine/caffeine-in-tea-coffee-may-be-equally-risky-to-fetus-idUSKCN1NR26E

Uma nova pesquisa, publicado na revista científica The American Journal of Clinical Nutrition, revelou que as mulheres grávidas que consomem cafeína, seja através de café ou chá, dão à luz a bebês menores do que aquelas que se abstêm da substância durante a gravidez. Mesmo as mulheres que ingeriram menos de 200 miligramas de cafeína, uma quantidade segura para o consumo durante a gravidez, de acordo com o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG), tiveram um risco significativamente maior de parto prematuro ou de dar à luz a um bebê com baixo peso ao nascer. A equipe analisou 941 pares de mães e filhos nascidos na Irlanda, onde as pessoas bebem mais chá do que café. Quase metade das mães no estudo tomavam chá, enquanto que cerca de 40% bebiam café. Cada 100 miligramas adicionais de cafeína consumidas diariamente durante o primeiro trimestre de gravidez foi associada com um peso de nascimento 72 gramas inferior, bem como a uma idade gestacional, comprimento de nascimento e circunferência da cabeça significativamente menores. As mulheres que tomaram mais cafeína tiveram bebês que pesavam cerca de 170 gramas a menos do que aquelas que consumiram a substância em menor quantidade. A origem da cafeína, se era proveniente do café ou chá, não fez diferença nos resultados. Os pesquisadores, ouvidos em uma reportagem do portal Reuters, explicaram que a alta ingestão de cafeína pode resultar em fluxo sanguíneo restrito para a placenta, o que pode afetar o crescimento fetal. A cafeína também pode atravessar rapidamente a placenta e, como a depuração da cafeína diminui à medida que a gravidez progride, pode ocorrer o acúmulo de cafeína nos tecidos fetais. A Organização Mundial da Saúde recomenda que as mulheres consumam menos de 300 mg de cafeína diariamente durante a gravidez. Tenha acesso ao estudo científico realizado: https://academic.oup.com/ajcn/advance-article-abstract/doi/10.1093/ajcn/nqy219/5136550?redirectedFrom=fulltext Associations of maternal caffeine intake with birth outcomes: results from the Lifeways Cross Generation Cohort Study

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Pais que limpam chupetas em suas próprias bocas podem reduzir o risco de alergia nas crianças

27/11/2018 | Fonte: https://www.medpagetoday.com/meetingcoverage/acaai/76415

Um recente estudo, publicado na revista científica Annals of Allergy, Asthma & Immunology, revelou que os pais que colocam as chupetas na própria boca para limpá-las, ao invés de lavá-la com água e sabão, podem estar, inconscientemente, reduzindo o risco de alergias de seu bebê. Na pesquisa em questão, os autores descobriram que os bebês cujos pais utilizaram essa técnica de limpeza apresentaram níveis sanguíneos mais baixos de IgE, considerado um sinal de resposta alérgica, nos primeiros 18 meses de vida. Os autores do estudo, ouvidos em uma reportagem do portal Medpagetoday, explicaram que esses resultados podem amparar pesquisas anteriores que sugeriram que os micróbios parentais transferidos pela chupeta ajudariam a estimular o sistema imunológico do bebê. A equipe de pesquisadores estudou dados de 128 pares de mãe/filho que participaram de um estudo maior. Eles coletaram amostras de sangue das crianças ao nascimento, e aos 6 meses e 18 meses de idade. Mais da metade das mães disseram que seus filhos usavam chupeta. Quase três quartos dessas mães disseram que lavavam as chupetas manualmente, cerca de 40% as esterilizavam e 9% disseram que chupavam a chupeta para limpá-la. Analisando os níveis séricos de IgE total ao nascimento e aos 6 e 18 meses de vida, os pesquisadores calcularam a trajetória do aumento natural de IgE ao longo do tempo. Eles descobriram que a esterilização e a lavagem das chupetas não influenciaram os níveis de IgE. Entretanto, os filhos de mães que chuparam a chupeta para limpá-la tinham níveis mais baixos de IgE total, com uma diferença estatisticamente significativa em relação aos outros bebês, que se iniciou aos 10 meses de idade e aumentou até os 18 meses. Tenha acesso ao estudo científico realizado: https://www.annallergy.org/article/S1081-1206(18)30894-9/fulltext Association between pacifier cleaning methods and child total IgE

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Tratamentos de fertilidade na endometriose funcionam melhor com a tecnologia reprodutiva

24/11/2018 | Fonte: https://www.endonews.com/non-assisted-reproductive-technology-treatment-is-it-effective-in-infertile-patients-with-advanced-endometriosis

Um novo estudo, publicado na revista científica The Journal of Obstetrics and Gynecology Research, sugeriu que as mulheres com endometriose que querem engravidar podem ter mais facilidade quando utilizam tratamentos de fertilidade que envolvem a tecnologia de reprodução assistida (TRA). Na endometriose, o tecido que reveste o útero cresce em outros órgãos, geralmente ao redor dos ovários, tubas uterinas e do tecido que reveste a pélvis. Nestes casos, a infertilidade é comum porque a cicatrização da endometriose pode bloquear a passagem dos óvulos pelas trompas de falópio e também danificar os óvulos ou espermatozoides. No estudo em questão, os pesquisadores examinaram dados sobre dois grupos de mulheres inférteis com endometriose avançada: 894 que tentaram engravidar com fertilização in vitro (FIV) ou outros tipos de tecnologia de reprodução assistida; e 1.358 que tentaram conceber com métodos sem TRA, como relação sexual programada ou inseminação intra-uterina. A pesquisa revelou que cerca de 49% das mulheres tratadas com alguma TRA deram à luz dentro de 18 meses de tratamento, em comparação com 22% das mulheres que não utilizam métodos de TRA. O estudo também concluiu que as taxas de natalidade diminuíram a partir dos 35 anos e caíram mais acentuadamente aos 40 anos em ambos os grupos de mulheres. Os autores do estudo, ouvidos em uma reportagem do portal Endonews, explicaram que como essas mulheres tinham chances muito melhores de gerar um bebê com a TRA, os resultados da pesquisa sugerem que as mulheres devem considerar esse caminho antes dos trinta anos, quando suas chances de sucesso são maiores. Tenha acesso ao estudo científico realizado: https://obgyn.onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/jog.13826?referrer_access_token=_EZFx4VcBtD3QKGwhtwrC4ta6bR2k8jH0KrdpFOxC66TA_LXuacAzhhD6bpIPoqSxmcXsMtGK_zSOBeuGFIpm2kWN6z65qWmbmib9D9-Gx43uNDesZ3QZo3hD4C91QaZ The efficacy of non-assisted reproductive technology treatment might be limited in infertile patients with advanced endometriosis in their 30s

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